Será possível comparar impressões na cena de crimes com as cadastradas.

Objetivo também e combater estelionato e falsificação de documentos, em GO

A Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária de Goiás (SSPAP) lançou nesta quinta-feira (8) o programa Goiás Biométrico, projeto que tem o objetivo de ajudar no esclarecimento de crimes e também diminuir a falsificação de documentos. A partir de agora, todas as pessoas que fizerem carteiras de identidade ou forem presas por algum delito terão as digitais colocadas em um sistema. A nova metodologia também vai permitir a identificação de pessoas que foram identificadas como indigentes.

O diretor do Instituto de Identificação, Antônio Maciel de Aguiar, explicou que, com o novo projeto, vários crimes serão combatidos e resolvidos de maneira mais rápida.

“Crimes como o estelionato, quando a pessoa faz várias identidades com nome falso, praticamente cairão para zero, porque já vai constar a digital dele no sistema e não vai ser possível gerar um documento com outro nome. Além disso, em locais de crimes como roubo ou homicídio, se for encontrado qualquer fragmento de digital, é só jogar no sistema que dá para identificar a pessoa”, disse.

Outro objetivo é identificar pessoas que forram enterradas sem nomes conhecidos. “Vai ser possível comparar a digital dos corpos e cruzar com documentos que já foram emitidos no estado ou até em outros locais que tenham o mesmo sistema. Muitas vezes, pessoas que são consideradas desaparecidas podem estar mortas. Com isso, vamos avisar as famílias”, contou.

O projeto, que tem o custo de implantação de mais de R$ 30 milhões, vai digitalizar cerca de 4,5 milhões de documentos que já foram emitidos. Segundo Aguiar, a previsão é em janeiro de 2017 o sistema de emissão de novas carteiras de identidade já será pelo novo sistema totalmente digitalizado.

Fonte: http://g1.globo.com/goias

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